Com todos os problemas ja expostos por todos, como dificuldades de visão em parte da arquibancada ou data de inauguração, uma notícia, até então desconhecida por todos, chegou a tona pela Rádio Itatiaia e mexeu com as estruturas do futebol mineiro. A parceria da BWA com o Atlético na administração do estádio.
Uma notícia que pegou a todos de surpresa, haja vista que todos os acertos de contrato, licitação, porcentragem na divisão dos lucros, tudo isso havia sido acertado pelas partes, América, Governo do Estado e BWA, a vencedora da licitação.
Porém, a notícia da parceria Atlético/BWA trouxe a tona todo um processo que ja havia sido desenrrolado e que volta a ser discutido, agora com altíssimo grau de confusão. O que gerou todo este alvoroço foi que no edital não previa a participação de outros clubes.
A BWA ja tería conversado com o Cruzeiro um contrato nos mesmos moldes ao que foi assinado com o Atlético.
Ao que tudo indica, este contrato não fere ao Ministério Público e nem as clausulas legais de contrato feito entre as partes. O que deixou a todos boquiabertos foi o envolvimento do Atlético, até então, mero locatário do estádio para seus jogos até a volta do Mineirão, no recebimento de lucros com a BWA.
O Atlético tería direito de exploração do estádio por 27 anos, sendo que a empresa BWA tem direito por apenas 10 anos. O clube mineiro e a empresa vencedora da licitação teríam 45% dos lucros, o governo do estado e o America, levariam 5% da fatía do bolo, cada um. O governo de Minas, que investiu na construção do estádio, tem direito de exploração por 20 anos.
Outras cláusulas do contrato dizem que o Atlético é obrigado a jogar no Independência e só podería jogar fora dele, caso o evento seja de apelo público superior ao que o estádio do Horto caberia, 25.000 pessoas. Tería também participação nos lucros em todos os eventos realizados no estádio.
Marcus Salum, presidente do América, ja abriu o verbo e se disse contra este contrato assinado, garantindo que ele foi feito de modo irregular e que fere aos interesses do América, que até então era o único time de Minas que tinha participações e privilégios na administração do estádio Indepedência.
“O América foi procurado pelo governo que pediu o controle do estádio para as reformas visando resolver o problema das obras no Mineirão. Nós cedemos sob certas condições, que estão muito claras no contrato. O América tem a preferência no vestiário principal em qualquer jogo, tem preferência em caso de jogos de dois times mineiros e temos dois camarotes para todos os eventos. Além disso, temos toda a programação visual do Independência baseada nas cores do América. Para completar, a torcida americana vai poder entrar pela rua Pitangui, que é o lugar onde eles gostam de ficar. Temos direito também a uma receita bruta de todos os lucros que o estádio arrecadar. Isso foi acertado e feita uma cessão por 20 anos. Depois desse período, o América volta a administrar a arena”, disse.
O presidente americano completou dizendo, ”Eu não sou advogado e não vou entrar em detalhes. Só sei que no edital diz que nenhum outro clube pode administrar o estádio. Somente a empresa que ganhou a licitação. O governo é quem deve tomar as providências”.
O presidente do Galo, Alexandre Kalil, não comenta o assunto: “O Atlético não tem nada a dizer, se reserva ao direito de ter o seu momento”, disse o dirigente, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Já a BWA, por meio da assessoria de imprensa, disse que só irá se manifestar sobre o Independência depois que tomar posse do estádio.
A reinauguração do estádio está prevista para meados de março. O governo de Minas informou gastos aproximados de R$ 130 milhões na reforma.
A Secopa, empresa que administra a Copa do Mundo em Belo Horizonte, poderia cancelar o contrato caso este seja irregular, o Ministério Publico ja disse que o contrato ente Atlético/BWA, é legal.
O contráto firmado entre Atlético e BWA esta no link abaixo.
http://sites2.uai.com.br/superesportes/contrato.pdf - via site Superesportes.com.br
Vamos esperar por novos capítulos!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O FIM DA ERA DIMAS FONSECA NO CRUZEIRO
O período de Dimas Fonseca a frente do futebol celeste, teve fim na tarde de hoje, após coletiva de imprensa, pouco antes da partida contra o Tupi.
Segundo Dimas, o trabalho como diretor de futebol do Cruzeiro, estava o afastando de sua família e do trabalho e por pedidos de familiares, Dimas Fonseca deixa o cargo após um ano e oito meses.
A história de Dimas Fonseca começou em 2010, quando Eduardo Maluf saiu do clube celeste e pouco depois assinou contrato com o Atlético.
Poucos conheciam Dimas Fonseca, que até então trabalhava nas categorias de base do Cruzeiro, além de ser conselheiro nato do clube.
Zezé Perrella, então presidente do Cruzeiro, decidiu apostar em Dimas Fonseca, dando a ele um cargo para gerir o futebol profissional do clube, além, claro, da responsabilidade gigantesca de substituir Maluf, que ficou no time celeste por 10 anos.
Para muitos, foi uma grata surpresa. Os frutos do trabalho de Dimas foram colhidos em pouco tempo, com o vice campeonato brasileiro no mesmo ano, a passagem garantida para a quarta Libertadores seguida que o Cruzeiro iria disputar e a conquista do Campeonato Mineiro de 2011.
Mas, os períodos de vacas gordas só duraram até meados de 2011, mais precisamente, logo após a eliminação precoce do Cruzeiro da Libertadores diante do Once Caldas, da Colombia, em pleno estádio Arena do Jacaré.
No mesmo período, Itamar Franco, então senador da republica por Minas Gerais, faleceu e Perrella, que era primeiro suplente, assumiu o cargo e deixou o Cruzeiro sem comando.
Zezé Perrella, sem tempo hábil para comandar o Cruzeiro e o senado, entregou o time nas mãos dele e de Valdir Barbosa. Dois competentes diretores, mas sem experiência para gerenciar um clube do tamanho do Cruzeiro.
O barco celeste foi afundando, Dimas acumulava as duas funções, de diretor de futebol e presidente do clube, embora isto nunca fosse confirmado por ninguém, mas era visto que clube era comandado por outra pessoa, pois Perrella ja havia largado a agremiação.
Os frutos desta mudança, foi o quase rebaixamento do Cruzeiro para a segunda divisão, além do trabalho de Dimas ter sido colocado em cheque por muitos da imprensa e boa parte da torcida.
Ao final da era Perrella no Cruzeiro, o novo presidente, Gilvan de Pinho Tavares, disse que gostaria de contar com Dimas Fonseca em seu mandato, como o próprio Gilvan disse na coletiva de hoje, mas a decisão, segundo o próprio Dimas, foi tomado logo no inicio deste ano e era irrevogável.
Chega ao fim um período que dividiu opiniões, mas sejamos francos, Dimas Fonseca participou de um período negro no Cruzeiro, sem ter muito o que fazer, além de continuar exercendo sua função, mas trabalhando como presidente do Cruzeiro, função que não era a dele, em um momento que o time viveu uma escassez financeira que persiste até hoje, agravada pela ausencia de seu presidente e que foi refletido dentro de campo com seus jogadores.
Se Dimas Fonseca não tivesse carregado este pepino em 2011, tendo maior respaldo de uma presidencia atuante, o trabalho dele seria melhor. Mas, ele deixa o cargo a disposição e assim a diretoria celeste aceitou.
Sorte ao Dimas Fonseca em seu futuro e a pergunta que fica é, quem terá coragem e peito para assumir o Cruzeiro neste momento atual?
Vamos esperar pelos próximos capítulos.
Segundo Dimas, o trabalho como diretor de futebol do Cruzeiro, estava o afastando de sua família e do trabalho e por pedidos de familiares, Dimas Fonseca deixa o cargo após um ano e oito meses.
A história de Dimas Fonseca começou em 2010, quando Eduardo Maluf saiu do clube celeste e pouco depois assinou contrato com o Atlético.
Poucos conheciam Dimas Fonseca, que até então trabalhava nas categorias de base do Cruzeiro, além de ser conselheiro nato do clube.
Zezé Perrella, então presidente do Cruzeiro, decidiu apostar em Dimas Fonseca, dando a ele um cargo para gerir o futebol profissional do clube, além, claro, da responsabilidade gigantesca de substituir Maluf, que ficou no time celeste por 10 anos.
Para muitos, foi uma grata surpresa. Os frutos do trabalho de Dimas foram colhidos em pouco tempo, com o vice campeonato brasileiro no mesmo ano, a passagem garantida para a quarta Libertadores seguida que o Cruzeiro iria disputar e a conquista do Campeonato Mineiro de 2011.
Mas, os períodos de vacas gordas só duraram até meados de 2011, mais precisamente, logo após a eliminação precoce do Cruzeiro da Libertadores diante do Once Caldas, da Colombia, em pleno estádio Arena do Jacaré.
No mesmo período, Itamar Franco, então senador da republica por Minas Gerais, faleceu e Perrella, que era primeiro suplente, assumiu o cargo e deixou o Cruzeiro sem comando.
Zezé Perrella, sem tempo hábil para comandar o Cruzeiro e o senado, entregou o time nas mãos dele e de Valdir Barbosa. Dois competentes diretores, mas sem experiência para gerenciar um clube do tamanho do Cruzeiro.
O barco celeste foi afundando, Dimas acumulava as duas funções, de diretor de futebol e presidente do clube, embora isto nunca fosse confirmado por ninguém, mas era visto que clube era comandado por outra pessoa, pois Perrella ja havia largado a agremiação.
Os frutos desta mudança, foi o quase rebaixamento do Cruzeiro para a segunda divisão, além do trabalho de Dimas ter sido colocado em cheque por muitos da imprensa e boa parte da torcida.
Ao final da era Perrella no Cruzeiro, o novo presidente, Gilvan de Pinho Tavares, disse que gostaria de contar com Dimas Fonseca em seu mandato, como o próprio Gilvan disse na coletiva de hoje, mas a decisão, segundo o próprio Dimas, foi tomado logo no inicio deste ano e era irrevogável.
Chega ao fim um período que dividiu opiniões, mas sejamos francos, Dimas Fonseca participou de um período negro no Cruzeiro, sem ter muito o que fazer, além de continuar exercendo sua função, mas trabalhando como presidente do Cruzeiro, função que não era a dele, em um momento que o time viveu uma escassez financeira que persiste até hoje, agravada pela ausencia de seu presidente e que foi refletido dentro de campo com seus jogadores.
Se Dimas Fonseca não tivesse carregado este pepino em 2011, tendo maior respaldo de uma presidencia atuante, o trabalho dele seria melhor. Mas, ele deixa o cargo a disposição e assim a diretoria celeste aceitou.
Sorte ao Dimas Fonseca em seu futuro e a pergunta que fica é, quem terá coragem e peito para assumir o Cruzeiro neste momento atual?
Vamos esperar pelos próximos capítulos.
CRUZEIRO VENCE A PRIMEIRA PARTIDA NO MINEIRO 2012
Diante do Tupi, de Juiz de Fora, o Cruzeiro conseguiu os três primeiros pontos no Campeonato Mineiro, venceu por 3 x 0, lembrando que o time celeste tem uma partida a menos que as demais equipes, jogo este que será cumprido no próximo dia 16, contra o Nacional, em Nova Serrana, jogo adiado da primeira rodada.
O time de Wagner Mancini entrou em campo com dois reforços de peso, Fábio, de volta ao gol e Roger, para auxiliar Montillo na criação do time e fazer a bola correr.
O Cruzeiro começou bem, fazendo 1 x 0 com Wellington Paulista, após cruzamento de Roger em cobrança de falta.
Porém, o Tupi, que não vive um bom momento na temporada, pois perdeu as três partidas que disputou até o momento, a contar o jogo de hoje, passou a sair mais para o jogo, desistindo da proposta de esperar pelo Cruzeiro na defesa.
Em boa parte do primeiro tempo, o Cruzeiro chegou a ser dominado pelo Tupi, por consequencia, o futebol apresentado pelo time celeste caiu e muito de produção. Mesmo assim, o placar favorável de 1 x 0 persistiu até o final do primeiro tempo.
No segundo tempo, iria começar a brilhar a estrela do goleiro Fábio, que começou a operar belíssimas intervenções, segurando o placar, enquanto o Cruzeiro ainda buscava se encontrar na partida.
Mancini decidiu mexer na equipe, sacando Wellington Paulista e Marcelo Oliveira e colocando no jogo Walter, que fazía sua estréia e Rudnei, respectivamente. A resposta da torcida foi imediata, com gritos de burros e atos de hostilidade ao técnico do Cruzeiro.
O jogo do Cruzeiro começou a melhorar com a entrada destes dois jogadores, com melhor qualidade técnica na armação de jogadas e qualidade do ataque, foram cruciais ao time celeste.
Quando o Tupi era melhor, exigia do goleiro Fábio e fazía por merecer o gol de empate, que só não acontecia graças as defesas do goleiro celeste e também com a deficiência técnica do time de Juiz de Fora, o Cruzeiro ampliou o marcador, com dois gols de Anselmo Ramon, em passes de Rudnei e Marcos.
Com o placar mais dilatado, Wagner Mancini pode fazer a alteração esperada pelo torcedor, que é o retorno de Wallyson em lugar de Anselmo Ramon.
Wallyson que ficou parado quase sete meses por conta de uma lesão no tornozelo esquerdo, voltou no jogo de hoje, ainda fora de forma, mas sob olhares atentos e esperançosos do torcedor, que espera a voltar do atacante que brilhou no primeiro semestre de 2011.
Vitória justa do Cruzeiro que, enquanto mostrou qualidade técnica, foi superior ao Tupi, que está com "novo" treinador, Moacir Junior, correr contra o tempo para ajustar a equipe, foi o campeonato é de tiro curto.
O time de Wagner Mancini entrou em campo com dois reforços de peso, Fábio, de volta ao gol e Roger, para auxiliar Montillo na criação do time e fazer a bola correr.
O Cruzeiro começou bem, fazendo 1 x 0 com Wellington Paulista, após cruzamento de Roger em cobrança de falta.
Porém, o Tupi, que não vive um bom momento na temporada, pois perdeu as três partidas que disputou até o momento, a contar o jogo de hoje, passou a sair mais para o jogo, desistindo da proposta de esperar pelo Cruzeiro na defesa.
Em boa parte do primeiro tempo, o Cruzeiro chegou a ser dominado pelo Tupi, por consequencia, o futebol apresentado pelo time celeste caiu e muito de produção. Mesmo assim, o placar favorável de 1 x 0 persistiu até o final do primeiro tempo.
No segundo tempo, iria começar a brilhar a estrela do goleiro Fábio, que começou a operar belíssimas intervenções, segurando o placar, enquanto o Cruzeiro ainda buscava se encontrar na partida.
Mancini decidiu mexer na equipe, sacando Wellington Paulista e Marcelo Oliveira e colocando no jogo Walter, que fazía sua estréia e Rudnei, respectivamente. A resposta da torcida foi imediata, com gritos de burros e atos de hostilidade ao técnico do Cruzeiro.
O jogo do Cruzeiro começou a melhorar com a entrada destes dois jogadores, com melhor qualidade técnica na armação de jogadas e qualidade do ataque, foram cruciais ao time celeste.
Quando o Tupi era melhor, exigia do goleiro Fábio e fazía por merecer o gol de empate, que só não acontecia graças as defesas do goleiro celeste e também com a deficiência técnica do time de Juiz de Fora, o Cruzeiro ampliou o marcador, com dois gols de Anselmo Ramon, em passes de Rudnei e Marcos.
Com o placar mais dilatado, Wagner Mancini pode fazer a alteração esperada pelo torcedor, que é o retorno de Wallyson em lugar de Anselmo Ramon.
Wallyson que ficou parado quase sete meses por conta de uma lesão no tornozelo esquerdo, voltou no jogo de hoje, ainda fora de forma, mas sob olhares atentos e esperançosos do torcedor, que espera a voltar do atacante que brilhou no primeiro semestre de 2011.
Vitória justa do Cruzeiro que, enquanto mostrou qualidade técnica, foi superior ao Tupi, que está com "novo" treinador, Moacir Junior, correr contra o tempo para ajustar a equipe, foi o campeonato é de tiro curto.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
GALO VENCE, DORME E PASSA O CARNAVAL NA LIDERANÇA DO MINEIRO 2012
Com mais uma boa partida, o Atlético derrotou a Caldense por 2 x 0 e assumiu a liderança isolada do Campeonato Mineiro 2012, com nove pontos em três partidas.
Foi mais um jogo em que o Atlético mostrou seu poderío ofensivo, com seus meias de ligação, Escudero e Bernard, além de Marcos Rocha, lateral que tem por característica, subir bastante ao ataque. A linha de frente do Atlético ficou por contra de André e Neto Berola, que substituiu ao meia Danilinho, lesionado no jogo da semana passada, contra o América-TO.
Richarlyson, que poderia ser outra peça ofensiva do Atlético pela lateral esquerda, ficou apenas na defesa, fazendo papel de um falso terceiro zagueiro. Certamente, foi a pedido do técnico Cuca. Bernard, como sempre, tomou conta da ponta esquerda.
Sem mostrar grande força ofensiva, a Caldense deu campo para o Atlético. Limitou-se a esperar o time alvinegro em seu campo para explorar os contra ataques. Contudo, a Veterana, como é conhecida em MG, não reunía forças para bater de frente com o bom time comandado pelo técnico Cuca.
O Atlético dominava seu adversário com certa facilidade, criou oportunidades claras de gol no primeiro tempo, onde o goleiro Gleysson, apareceu e muito bem com defesas que segurou durante um tempo o placar em branco.
Falando no goleiro Gleysson, da Caldense. É um goleiro que ja rodou o mundo da bola, é conhecidissimo no futebol mineiro, passando pelo Villa Nova, mas nunca teve uma real chance é um time considerado grande do futebol.
Muitos poderiam creditar a sua forma física um argumento para tal pergunta, mas o que ele mostrou hoje, foi um goleiro de boa agilidade e que opera boas defesas, dando qualidade ao setor defensivo do seu time. Uma pena que nem todos o vejam assim.
Mas, o placar de 0 x 0 se fazía injusto ao Atlético, que jogava muito melhor que a Caldense e os gols surgiram com naturalidade, com Rafael Marques aos 29 e Bernard, em bela cobrança de falta, aos 43 minutos do primeiro tempo.
No segundo tempo, o torcedor tem do que reclamar. Os jogadores adotaram uma postura de comodismo dentro de campo entendendo que o jogo estava resolvido e passou a não agredir mais o goleiro Gleysson, sem oferecer grandes perigos ao arqueiro da Caldense, além de jogar de uma maneira que não agrada a ninguém, o que poderia trazer a Caldense ao campo do Galo e dar chances ao time da Veterana, situação esta que não aconteceu, pois a equipe de Poços de Caldas, também continuava sem oferecer perigos ao Atlético.
Em um determinado momento da partida, o jogo parecia ganho e os torcedores, que não foram em grande número a Arena do Jacaré, apenas 3.752 pagantes, foram embora. Número pequeno de torcedores que é explicado pelo alto preço do ingresso, R$20,00, além da pouca atratividade do evento.
Vitória justa pelo futebol do Atlético durante o jogo e a espera continua por uma evolução do time dentro de campo, pois ainda é compreensível que a equipe cometa seus erros por ainda estar no início da temporada, mas a espera por um futebol melhor é grande pelos torcedores.
Foi mais um jogo em que o Atlético mostrou seu poderío ofensivo, com seus meias de ligação, Escudero e Bernard, além de Marcos Rocha, lateral que tem por característica, subir bastante ao ataque. A linha de frente do Atlético ficou por contra de André e Neto Berola, que substituiu ao meia Danilinho, lesionado no jogo da semana passada, contra o América-TO.
Richarlyson, que poderia ser outra peça ofensiva do Atlético pela lateral esquerda, ficou apenas na defesa, fazendo papel de um falso terceiro zagueiro. Certamente, foi a pedido do técnico Cuca. Bernard, como sempre, tomou conta da ponta esquerda.
Sem mostrar grande força ofensiva, a Caldense deu campo para o Atlético. Limitou-se a esperar o time alvinegro em seu campo para explorar os contra ataques. Contudo, a Veterana, como é conhecida em MG, não reunía forças para bater de frente com o bom time comandado pelo técnico Cuca.
O Atlético dominava seu adversário com certa facilidade, criou oportunidades claras de gol no primeiro tempo, onde o goleiro Gleysson, apareceu e muito bem com defesas que segurou durante um tempo o placar em branco.
Falando no goleiro Gleysson, da Caldense. É um goleiro que ja rodou o mundo da bola, é conhecidissimo no futebol mineiro, passando pelo Villa Nova, mas nunca teve uma real chance é um time considerado grande do futebol.
Muitos poderiam creditar a sua forma física um argumento para tal pergunta, mas o que ele mostrou hoje, foi um goleiro de boa agilidade e que opera boas defesas, dando qualidade ao setor defensivo do seu time. Uma pena que nem todos o vejam assim.
Mas, o placar de 0 x 0 se fazía injusto ao Atlético, que jogava muito melhor que a Caldense e os gols surgiram com naturalidade, com Rafael Marques aos 29 e Bernard, em bela cobrança de falta, aos 43 minutos do primeiro tempo.
No segundo tempo, o torcedor tem do que reclamar. Os jogadores adotaram uma postura de comodismo dentro de campo entendendo que o jogo estava resolvido e passou a não agredir mais o goleiro Gleysson, sem oferecer grandes perigos ao arqueiro da Caldense, além de jogar de uma maneira que não agrada a ninguém, o que poderia trazer a Caldense ao campo do Galo e dar chances ao time da Veterana, situação esta que não aconteceu, pois a equipe de Poços de Caldas, também continuava sem oferecer perigos ao Atlético.
Em um determinado momento da partida, o jogo parecia ganho e os torcedores, que não foram em grande número a Arena do Jacaré, apenas 3.752 pagantes, foram embora. Número pequeno de torcedores que é explicado pelo alto preço do ingresso, R$20,00, além da pouca atratividade do evento.
Vitória justa pelo futebol do Atlético durante o jogo e a espera continua por uma evolução do time dentro de campo, pois ainda é compreensível que a equipe cometa seus erros por ainda estar no início da temporada, mas a espera por um futebol melhor é grande pelos torcedores.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
OLHOS DA DIRETORIA CELESTE SOBRE MANCINI NÃO SÃO MAIS OS MESMOS
Futebol vive de resultados, literalmente. Hoje, treinador tem outro ofício em seu curriculo. Ser mágico. E é o que a diretoria do Cruzeiro enxerga em Wagner Mancini, um mágico que vai fazer o Cruzeiro ter padrão de jogo do dia para noite.
É necessário entender que o elenco do Cruzeiro, diferente do que foi cobrado pelo torcedor celeste, está no mesmo nível ou, até mesmo, a quem do elenco do ano passado.
O futebol apresentado pelo Cruzeiro é de preocupar até quem não é cruzeirense, pois ha muito tempo não se viu um Cruzeiro tão frágil técnicamente e totalmente desorganizado fora de campo.
É com um efeito dominó, a diretoria celeste passa por uma crise pela falta de recursos para qualificar o elenco do Cruzeiro. A situação financeira do Cruzeiro passa longe do que o torcedor celeste está acostumado a assistir, que é um time que negocia e que fatura muito, que tem sempre grana em caixa.
Dentro de campo é o reflexo do que ocorre fora de campo. A falta de jogadores de melhor qualidade técnica no elenco faz com que o time não realize boas atuações. E o torcedor do Cruzeiro é um acostumado a grandes formações, jogadores conhecidos e de alta qualidade técnica, mas a realidade é outra.
Wagner Mancini está em meio a este tiroteio e, possivelmente, caso o Cruzeiro não faça bons jogos, que não encontre um padrão de jogo, ele vai ser o primeiro a cair.
A derrota para Guarani no ultimo domingo, abriu os olhos da diretoria celeste sobre Mancini, que passará a trabalhar sobre pressão por resultados, assim como foi no Brasileiro do ano passado, quando ele assumiu um time em crise.
NOME DE ADILSON BATISTA ESTÁ NA BOCA DO TORCEDOR
Se o torcedor quer evolução do time cruzeirense, Adilson Batista não é o nome mais ideal.
Inegavelmente, a passagem de Adilson pelo Cruzeiro foi boa, mas ele e sua personalidade conhecida pela falta de educação, só iriam atrapalhar.
Sem contar que o próprio Adilson vive um momento técnico terrivel, pois não encontrou sucesso em todas as equipes que assumiu após sua passagem pelo Cruzeiro.
Certamente, Adilson não é um grande nome para assumir o Cruzeiro e se o torcedor quer uma solução para o time em campo é a diretoria celeste arrumar a casa e qualificar o elenco para o Wagner Mancini trabalhar com um conjunto melhor.
Mágico, Mancini ja provou que não é, muito menos milagreiro. A recuperação do Cruzeiro Esporte Clube passa pela diretoria, até chegar ao elenco.
É necessário entender que o elenco do Cruzeiro, diferente do que foi cobrado pelo torcedor celeste, está no mesmo nível ou, até mesmo, a quem do elenco do ano passado.
O futebol apresentado pelo Cruzeiro é de preocupar até quem não é cruzeirense, pois ha muito tempo não se viu um Cruzeiro tão frágil técnicamente e totalmente desorganizado fora de campo.
É com um efeito dominó, a diretoria celeste passa por uma crise pela falta de recursos para qualificar o elenco do Cruzeiro. A situação financeira do Cruzeiro passa longe do que o torcedor celeste está acostumado a assistir, que é um time que negocia e que fatura muito, que tem sempre grana em caixa.
Dentro de campo é o reflexo do que ocorre fora de campo. A falta de jogadores de melhor qualidade técnica no elenco faz com que o time não realize boas atuações. E o torcedor do Cruzeiro é um acostumado a grandes formações, jogadores conhecidos e de alta qualidade técnica, mas a realidade é outra.
Wagner Mancini está em meio a este tiroteio e, possivelmente, caso o Cruzeiro não faça bons jogos, que não encontre um padrão de jogo, ele vai ser o primeiro a cair.
A derrota para Guarani no ultimo domingo, abriu os olhos da diretoria celeste sobre Mancini, que passará a trabalhar sobre pressão por resultados, assim como foi no Brasileiro do ano passado, quando ele assumiu um time em crise.
NOME DE ADILSON BATISTA ESTÁ NA BOCA DO TORCEDOR
Se o torcedor quer evolução do time cruzeirense, Adilson Batista não é o nome mais ideal.
Inegavelmente, a passagem de Adilson pelo Cruzeiro foi boa, mas ele e sua personalidade conhecida pela falta de educação, só iriam atrapalhar.
Sem contar que o próprio Adilson vive um momento técnico terrivel, pois não encontrou sucesso em todas as equipes que assumiu após sua passagem pelo Cruzeiro.
Certamente, Adilson não é um grande nome para assumir o Cruzeiro e se o torcedor quer uma solução para o time em campo é a diretoria celeste arrumar a casa e qualificar o elenco para o Wagner Mancini trabalhar com um conjunto melhor.
Mágico, Mancini ja provou que não é, muito menos milagreiro. A recuperação do Cruzeiro Esporte Clube passa pela diretoria, até chegar ao elenco.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
NO VALE DO MUCURI, O GALO VENCEU O AMÉRICA DE TEÓFILO OTONI
O Atlético venceu a segunda partida em dois jogos no Campeonato Mineiro, bateu o América de Teófilo Otoni, de virada por 2 x 1 e continua com 100% de aproveitamento no estadual 2012.
O Atlético foi melhor durante todo o tempo, aproveitando-se das jogadas criadas pelos três meias ofensivos, Escudero, Bernard e Danilinho, além do avanço dos laterais Marcos Rocha e Richarlyson, abastecendo as pontas no ataque, para alimentar o único atacante de ofício do time, André.
No entanto, a força marcação do time do Vale do Mucuri, impedia algumas ações do Atlético, pois jogou com três zagueiros e muitos jogadores na intermediária defensiva do América-TO. Mesmo assim, o Atlético chegou por nove vezes, tendo concluído uma em gol, mal anulado (como se fosse novidade).
O América aproveitou-se de altura elevada de seu time para abrir o marcador, fazendo 1 x 0 com o zagueiro Rodrigo Sena. Muitos creditam falha do goleiro Renan Ribeiro, mas verão que houve falha na marcação, que não matou a jogada em seu nascedouro e deixar a responsabilidade nas costas do goleiro, não é garantia de que a bola não entre, independente do goleiro que for.
No segundo tempo, o Atlético entrou mais ligado e mais ofensivo, colocando mais um atacante, Neto Berola e sacando Danilinho, por lesão. E a modificação deu certo, com Berola atuando na ponta direita e abrindo a marcação adversária.
A raça do Atlético foi determinante para os jogadores encararem o campo reduzido, a torcida do dragão pressionando durante todo o tempo, além da retranca imposta pelo técnico Gilmar Estevam, do América-TO.
Mas, a jogada que deu certo no ataque do América, não favoreceu na defesa, Escudero cobrou falta na área e André fez o gol de empate.
O gol atleticano acuou ainda mais o América, que não atacou e recebeu a pressão do Atlético que sentiu que poderia vencer e no final, Mancini, também de cabeça. após cruzamento de Marcos Rocha, virou o jogo e fechou o placar.
Bela vitória do Atlético, que mostrou a superação do time atleticano frente a uma equipe que impôs dificuldades ao Galo.
O Atlético foi melhor durante todo o tempo, aproveitando-se das jogadas criadas pelos três meias ofensivos, Escudero, Bernard e Danilinho, além do avanço dos laterais Marcos Rocha e Richarlyson, abastecendo as pontas no ataque, para alimentar o único atacante de ofício do time, André.
No entanto, a força marcação do time do Vale do Mucuri, impedia algumas ações do Atlético, pois jogou com três zagueiros e muitos jogadores na intermediária defensiva do América-TO. Mesmo assim, o Atlético chegou por nove vezes, tendo concluído uma em gol, mal anulado (como se fosse novidade).
O América aproveitou-se de altura elevada de seu time para abrir o marcador, fazendo 1 x 0 com o zagueiro Rodrigo Sena. Muitos creditam falha do goleiro Renan Ribeiro, mas verão que houve falha na marcação, que não matou a jogada em seu nascedouro e deixar a responsabilidade nas costas do goleiro, não é garantia de que a bola não entre, independente do goleiro que for.
No segundo tempo, o Atlético entrou mais ligado e mais ofensivo, colocando mais um atacante, Neto Berola e sacando Danilinho, por lesão. E a modificação deu certo, com Berola atuando na ponta direita e abrindo a marcação adversária.
A raça do Atlético foi determinante para os jogadores encararem o campo reduzido, a torcida do dragão pressionando durante todo o tempo, além da retranca imposta pelo técnico Gilmar Estevam, do América-TO.
Mas, a jogada que deu certo no ataque do América, não favoreceu na defesa, Escudero cobrou falta na área e André fez o gol de empate.
O gol atleticano acuou ainda mais o América, que não atacou e recebeu a pressão do Atlético que sentiu que poderia vencer e no final, Mancini, também de cabeça. após cruzamento de Marcos Rocha, virou o jogo e fechou o placar.
Bela vitória do Atlético, que mostrou a superação do time atleticano frente a uma equipe que impôs dificuldades ao Galo.
domingo, 29 de janeiro de 2012
ATLÉTICO ESTRÉIA NO CAMPEONATO MINEIRO
E o Atlético venceu o Boa Esporte por 2 x 0 na estréia do time no Campeonato Mineiro. Ainda sem convencer o torcedor, que em diversos momentos do jogo, hostilizou o time em campo com palavras de protesto.
Com um time entrosado, mas que ainda necessita de certos ajustes que virão com o passar do campeonato, o Galo foi superior ao Boa durante todo o tempo.
O time do técnico Cuca, que entraria com apenas um atacante, teve o desfalque de ultima hora, Danilinho por problemas de cartões no ultimo campeonato em que ele disputou em 2008. Com isso, Guilherme, que seria banco no jogo, entrou em seu lugar.
Guilherme não foi mal, mostrou muito mais vontade do que o torcedor atleticano acostumou-se a ver em 2011. Sua qualidade técnica, apurada com todos conhecem, vai aparecendo e a expectativa é que ela cresça com o passar dos tempos.
Jogando no famoso esquema 4-4-2, o Atlético conseguiu dobrar a retranca do Boa Esporte, que entrou com cinco jogadores no meio campo, sendo apenas um deles, Radamés, um jogador mais ofensivo.
Os gols do Atlético foram de André, após boa jogada de Carlos Cesar pela direita e Bernard, que recebeu de Escudero e fez seu primeiro gol como profissional com grande habilidade, passando por dois marcadores.
O Boa Esporte tentou a tática de esperar o Atlético e sair no contra ataques, aproveitar os espaços dados pela defesa, principalmente, as descidas dos laterais do Galo, Carlos Cesar pela direita e Richarlyson pela esquerda.
Rapidamente, Cuca viu a deficiência de marcação, pois os zagueiros Rafael Marques e Rever encontravam-se expostos e consertou o espaço dado pela defesa.
No segundo tempo, o técnico Cuca deu preferência pelo toque e a posse de bola para envolver o Boa Esporte, enquanto o time de Varginha não mudou. Pelo contrário, se manteve com seu meio campo lotado de jogadores, em franca maioria, defensivos e continuou sem incomodar o goleiro Renan Ribeiro, que pouco apareceu no jogo.
Vitória justa do Atlético, que irá encontrar seu melhor futebol com o passar das rodadas seguintes do estadual.
Com um time entrosado, mas que ainda necessita de certos ajustes que virão com o passar do campeonato, o Galo foi superior ao Boa durante todo o tempo.
O time do técnico Cuca, que entraria com apenas um atacante, teve o desfalque de ultima hora, Danilinho por problemas de cartões no ultimo campeonato em que ele disputou em 2008. Com isso, Guilherme, que seria banco no jogo, entrou em seu lugar.
Guilherme não foi mal, mostrou muito mais vontade do que o torcedor atleticano acostumou-se a ver em 2011. Sua qualidade técnica, apurada com todos conhecem, vai aparecendo e a expectativa é que ela cresça com o passar dos tempos.
Jogando no famoso esquema 4-4-2, o Atlético conseguiu dobrar a retranca do Boa Esporte, que entrou com cinco jogadores no meio campo, sendo apenas um deles, Radamés, um jogador mais ofensivo.
Os gols do Atlético foram de André, após boa jogada de Carlos Cesar pela direita e Bernard, que recebeu de Escudero e fez seu primeiro gol como profissional com grande habilidade, passando por dois marcadores.
O Boa Esporte tentou a tática de esperar o Atlético e sair no contra ataques, aproveitar os espaços dados pela defesa, principalmente, as descidas dos laterais do Galo, Carlos Cesar pela direita e Richarlyson pela esquerda.
Rapidamente, Cuca viu a deficiência de marcação, pois os zagueiros Rafael Marques e Rever encontravam-se expostos e consertou o espaço dado pela defesa.
No segundo tempo, o técnico Cuca deu preferência pelo toque e a posse de bola para envolver o Boa Esporte, enquanto o time de Varginha não mudou. Pelo contrário, se manteve com seu meio campo lotado de jogadores, em franca maioria, defensivos e continuou sem incomodar o goleiro Renan Ribeiro, que pouco apareceu no jogo.
Vitória justa do Atlético, que irá encontrar seu melhor futebol com o passar das rodadas seguintes do estadual.
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