Pode até parecer piada ou estranha a comparação, mas quando tudo parecia dar errado para o América, bem no apagar das luzes, Kaio fez o gol da classificação. O América venceu o Boa Vista por 2 x 1 e classificou-se para a segunda fase da Copa do Brasil.
Como sempre, nada foi fácil para o América. O time de Givanildo pegou um Boa Vista bem montado e empolgado afim de fazer a festa na casa do visitante.
O América saiu na frente com Moisés, ao final do primeiro tempo, quando o time comandado por Givanildo Oliveira havia tomado as rédeas da partida.
Veio o segundo tempo e o drama americano começou com a expulsão do próprio Moisés. Foi ai que começaram os problemas americanos.
O Boa Vista se encheu de esperança e chegou ao empate através Marlon, aos 38 minutos do segundo tempo. Balde de água gelado não teria pior.
O slogan "Acredita América" criado pelo excelente reporter da Rádio Itatiaia, o companheiro Bruno Azevedo, fez valer no finalzinho da partida.
Depois de uma pressão sufocante do América, pois era tudo ou nada, Kaio apareceu na grande área e marcou o gol da classificação aos 47 minutos do segundo tempo.
Belo vitória do América pela superação e a entrega de seus jogadores em campo, que espantaram os velhos mitos de que o coelho não vai longe na Copa do Brasil e o América vai em frente na competição.
O Atlético precisou jogar dois tempos bem distintos para vencer o Cene-MS por 3 x 1 e conseguir a classificação sem depender da segunda partida.
Em vista do ultimo jogo, Cuca mudou o time colocando três novidades. Luis Eduardo na vaga de Rafael Marques, Serginho em lugar de Leandro Donizete e Danilinho ocupando a posição de Carlos Cesar.
Aliás, só para não deixar passar, tremenda incoerência do treinador do Atlético ao não escalar o jovem e bom jogador Fillipe Souto para este jogo. Teoricamente, Souto era reserva de Leandro Donizete, mas teoria e futebol não andaram juntos hoje e Cuca preteriu Fillipe Souto e colocou Serginho.
Visivelmente o Atlético tinha melhor qualquer técnica e física que o Cene, só o posicionamento dos jogadores no primeiro tempo, deixou a desejar e muito. Um time jogando torto e com alguns jogadores perdidos em campo, como Danilinho e Guilherme, que não encontraram suas funções.
No segundo tempo, Cuca consertou o encaixe do time e entrou com Neto Berola em lugar de Escudero, deixando o time mais veloz e mais ofensivo, ainda sim, não deu muito certo.
A mudança começou quando Mancini entrou e deu mais cadência ao time, com um toque de bola mais inteligente, veio dele o primeiro gol de André.
Embalado, o Galo fez mais dois, com Rever e o próprio Mancini, que merecia o gol, pois melhorou o jeito do time jogar ofensivamente.
No fim do jogo, veio o pênalti e o gol do Cene marcado por Márcio. Um gol para premiar um time que tentou encarar o Galo, mas a disparidade técnica era gritante.
Minas fica 100% na Copa do Brasil, Cruzeiro, Ipatinga, América e Atlético. Todos eles, classificados!
quarta-feira, 14 de março de 2012
COPA DO BRASIL PARA AMÉRICA E ATLÉTICO
Pela Copa do Brasil, o América define seu destino hoje, contra o Boa Vista carioca, na segunda partida. A primeira partida terminou em 0 x 0, em São Januário e para o coelho vencer, basta apenas uma vitória simples.
O América tem um time bem montado, bem armado por Givanildo Oliveira, mas encara um Boa Vista com técnico novo, Andrade, campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009.
O Boa Vista é um time arrumado e que ja engrossou para cima dos times grandes do Rio de Janeiro, batendo Flamengo e Fluminense pelo Campeonato Carioca e tem jogadores conhecidos do público mineiro, casos de Luiz Alberto, ex-Atlético, Sheslon, Ruy, André Luis e Somália, ex-América.
A equipe americana aposta na sequencia de jogos e no entrosamento do time treinado por Gilvanildo, que vai apostar nos garotos e na experiência de jogadores como Fábio Junior, campeão da Copa do Brasil pelo Cruzeiro em 2000.
Empate por 0 x 0, leva a decisão para o pênaltis. Vitória simples da classificação para o vencedor, empate com gols, classifica o Boa Vista.
O Atlético fez sua odisséia e chegou a cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, para encarar o time do Cene.
É o jogo para o Atlético eliminar a segunda partida, marcada para a próxima quarta feira e dar mais conforto a semana atleticana para os jogos do Campeonato Mineiro.
Cuca pode fazer experiências, como encontrar um companheiro para Escudero, que desde a saída de Bernard, por lesão, não encontrou um parceiro ideal para o camisa 10.
Jogo para dar sequencia a dupla de ataque Guilherme e André, que regulou no ultimo jogo contra o Nacional, pelo estadual, e pode servir dar maior entrosamento aos dois atacantes.
O Atlético não tem tanta tradição na Copa do Brasil, chegando até as semifinais em 2000, eliminado pelo São Paulo e em 2002, pelo Brasiliense, conhecido na época como Febre Amarela.
Em 23 participações desde 1989, o Galo encontrou times desafetos, como Criciuma, em 1991 e 1992 e Goiás, em 1989, 1990 e 2001.
Sempre que o Atlético disputa a Copa do Brasil, fica a esperança do torcedor atleticano em ver o time ganhando um título de expressão nacional e este ano, com o bom começo do time em 2012, não sería diferente.
Jogo do América com o Boa Vista as 20:30hs e o jogo Cene-MS x Atlético-MG, as 22hs.
O América tem um time bem montado, bem armado por Givanildo Oliveira, mas encara um Boa Vista com técnico novo, Andrade, campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009.
O Boa Vista é um time arrumado e que ja engrossou para cima dos times grandes do Rio de Janeiro, batendo Flamengo e Fluminense pelo Campeonato Carioca e tem jogadores conhecidos do público mineiro, casos de Luiz Alberto, ex-Atlético, Sheslon, Ruy, André Luis e Somália, ex-América.
A equipe americana aposta na sequencia de jogos e no entrosamento do time treinado por Gilvanildo, que vai apostar nos garotos e na experiência de jogadores como Fábio Junior, campeão da Copa do Brasil pelo Cruzeiro em 2000.
Empate por 0 x 0, leva a decisão para o pênaltis. Vitória simples da classificação para o vencedor, empate com gols, classifica o Boa Vista.
O Atlético fez sua odisséia e chegou a cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, para encarar o time do Cene.
É o jogo para o Atlético eliminar a segunda partida, marcada para a próxima quarta feira e dar mais conforto a semana atleticana para os jogos do Campeonato Mineiro.
Cuca pode fazer experiências, como encontrar um companheiro para Escudero, que desde a saída de Bernard, por lesão, não encontrou um parceiro ideal para o camisa 10.
Jogo para dar sequencia a dupla de ataque Guilherme e André, que regulou no ultimo jogo contra o Nacional, pelo estadual, e pode servir dar maior entrosamento aos dois atacantes.
O Atlético não tem tanta tradição na Copa do Brasil, chegando até as semifinais em 2000, eliminado pelo São Paulo e em 2002, pelo Brasiliense, conhecido na época como Febre Amarela.
Em 23 participações desde 1989, o Galo encontrou times desafetos, como Criciuma, em 1991 e 1992 e Goiás, em 1989, 1990 e 2001.
Sempre que o Atlético disputa a Copa do Brasil, fica a esperança do torcedor atleticano em ver o time ganhando um título de expressão nacional e este ano, com o bom começo do time em 2012, não sería diferente.
Jogo do América com o Boa Vista as 20:30hs e o jogo Cene-MS x Atlético-MG, as 22hs.
segunda-feira, 12 de março de 2012
RICARDO TEIXEIRA FINALMENTE RENUNCIA A PRESIDENCIA DA CBF
Ricardo Terra Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol desde 1989, quando venceu Nabi Abi Chedid, renunciou ao cargo maior do futebol brasileiro.
Chegou la a partir de um casamento com a filha de João Havelange, então presidente da FIFA e ex-presidente da CBF, Ricardo, que não ocupou nenhum cargo federativo em Minas Gerais, seu estado natal, nem na Federação Mineira de Futebol, muito menos no Atlético, Cruzeiro ou América.
Depois de 23 anos a frente da CBF, Ricardo Teixeira fez bem e fez mal ao futebol brasileiro. Nunca foi uma unanimidade entre a imprensa especializada e os torcedores que acompanham o futebol brasileiro.
Criou inimigos declarados, fez alianças, pois no mundo do futebol, amigos não existem e transformou a CBF em uma empresa onde rios de dinheiro saem pelo ladrão.
A parte boa da administração dele foi a moralização do CALENDÁRIO do futebol brasileiro. Onde ele transformou um campeonato que continha 108 times, dividiu em series A. B, C e D e instituiu o campeonato por pontos corridos desde 2003, que ainda causa polêmica.
A parte ruim foi que ele se beneficiou muito da cadeira que possuia. Transformou uma instituição que deveria patrimônio do povo brasileiro, em uma empresa onde o grande mercado era a seleção brasileira. Com seus craques, futebol exuberante e dois títulos mundiais, vendeu o selecionado nacional como atração e cobrou caro pelos amistosos realizados com a camisa amarela. Também ganhou muito dinheiro em "parcerias" com empresas como Nike.
Teve seu nome envolvido em escândalos e polêmicas, até ser acusado por lavagem de dinheiro evasão de divisas, tudo isto depois da parceira com a Nike e a perda da Copa do Mundo em 1998 para a França.
Como tudo acaba em pizza em Brasília, ficou tudo dito pelo não dito. Teixeira continuou no comando do futebol brasileiro, firmando mais parcerias, entre elas com a Rede Globo de Televisão.
Entendendo que não da para jogar contra a maior rede de televisão do país, Ricardo firmou parceria, vendeu a exclusividade do futebol brasileiro e a seleção brasileira para a emissora dos Marinho, limitando o futebol brasileiro a uma unica rede de comunicação de massa.
Trouxe a Copa do Mundo para o Brasil em 2007, depois deixar a África do Sul ficar com a Copa em 2010 e ter o apoio em massa na FIFA. Quase sem concorrentes direto no quesito apoio político, o Brasil ganhou o direito de cediar o Mundial em 2014, mas só Deus sabe como este mundial vai ser realizado.
Em meio a escândalos e acusações, Ricardo Teixeira viajou para Miami em fevereiro, alegando descanso, voltou, disse que assumiria e não iria renunciar. Hoje, divulgou a carta de renuncia da presidencia da CBF e dos demais cargos que ocupava, como o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014.
O SUBSTITUTO
É José Maria Marín, de 79 anos e vice presidente da CBF. Dentro do estatuto da instituição, em caso de renuncia, quem assume é o vice imediato. Até ai, tudo bem. Se está na constituição, fazer o que?
Mas, a crítica em si fica por ser José Maria Marín o novo presidente. Ex-governador de São Paulo, Ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, Marín ficou conhecido no Brasil ao roubar uma medalha que seria destinada ao campeão da Taça São Paulo de Futebol Junior deste ano. Até hoje, esta medalha não foi devolvida.
Na minha opinião, é como se não tivesse mudado nada. As coisas deverão continuar como estão. Marín está totalmente a par das negociatas de Ricardo Teixeira e dará continuidade a tudo e, claro, com todo o auxílio do ex-presidente da CBF.
Ora, ja disseram que foi um câncer eliminado, palavras do hoje deputado federal Romário. Prefiro dizer que isto está longe de acontecer e a tão sonhada moralização do futebol brasileiro está longe de começar.
Chegou la a partir de um casamento com a filha de João Havelange, então presidente da FIFA e ex-presidente da CBF, Ricardo, que não ocupou nenhum cargo federativo em Minas Gerais, seu estado natal, nem na Federação Mineira de Futebol, muito menos no Atlético, Cruzeiro ou América.
Depois de 23 anos a frente da CBF, Ricardo Teixeira fez bem e fez mal ao futebol brasileiro. Nunca foi uma unanimidade entre a imprensa especializada e os torcedores que acompanham o futebol brasileiro.
Criou inimigos declarados, fez alianças, pois no mundo do futebol, amigos não existem e transformou a CBF em uma empresa onde rios de dinheiro saem pelo ladrão.
A parte boa da administração dele foi a moralização do CALENDÁRIO do futebol brasileiro. Onde ele transformou um campeonato que continha 108 times, dividiu em series A. B, C e D e instituiu o campeonato por pontos corridos desde 2003, que ainda causa polêmica.
A parte ruim foi que ele se beneficiou muito da cadeira que possuia. Transformou uma instituição que deveria patrimônio do povo brasileiro, em uma empresa onde o grande mercado era a seleção brasileira. Com seus craques, futebol exuberante e dois títulos mundiais, vendeu o selecionado nacional como atração e cobrou caro pelos amistosos realizados com a camisa amarela. Também ganhou muito dinheiro em "parcerias" com empresas como Nike.
Teve seu nome envolvido em escândalos e polêmicas, até ser acusado por lavagem de dinheiro evasão de divisas, tudo isto depois da parceira com a Nike e a perda da Copa do Mundo em 1998 para a França.
Como tudo acaba em pizza em Brasília, ficou tudo dito pelo não dito. Teixeira continuou no comando do futebol brasileiro, firmando mais parcerias, entre elas com a Rede Globo de Televisão.
Entendendo que não da para jogar contra a maior rede de televisão do país, Ricardo firmou parceria, vendeu a exclusividade do futebol brasileiro e a seleção brasileira para a emissora dos Marinho, limitando o futebol brasileiro a uma unica rede de comunicação de massa.
Trouxe a Copa do Mundo para o Brasil em 2007, depois deixar a África do Sul ficar com a Copa em 2010 e ter o apoio em massa na FIFA. Quase sem concorrentes direto no quesito apoio político, o Brasil ganhou o direito de cediar o Mundial em 2014, mas só Deus sabe como este mundial vai ser realizado.
Em meio a escândalos e acusações, Ricardo Teixeira viajou para Miami em fevereiro, alegando descanso, voltou, disse que assumiria e não iria renunciar. Hoje, divulgou a carta de renuncia da presidencia da CBF e dos demais cargos que ocupava, como o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014.
O SUBSTITUTO
É José Maria Marín, de 79 anos e vice presidente da CBF. Dentro do estatuto da instituição, em caso de renuncia, quem assume é o vice imediato. Até ai, tudo bem. Se está na constituição, fazer o que?
Mas, a crítica em si fica por ser José Maria Marín o novo presidente. Ex-governador de São Paulo, Ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, Marín ficou conhecido no Brasil ao roubar uma medalha que seria destinada ao campeão da Taça São Paulo de Futebol Junior deste ano. Até hoje, esta medalha não foi devolvida.
Na minha opinião, é como se não tivesse mudado nada. As coisas deverão continuar como estão. Marín está totalmente a par das negociatas de Ricardo Teixeira e dará continuidade a tudo e, claro, com todo o auxílio do ex-presidente da CBF.
Ora, ja disseram que foi um câncer eliminado, palavras do hoje deputado federal Romário. Prefiro dizer que isto está longe de acontecer e a tão sonhada moralização do futebol brasileiro está longe de começar.
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GALO GOLEIA E PERMANECE INVÍCTO
O Atlético recebeu o Nacional de Nova Serrana, time debutante no Campeonato Mineiro e goleou o time da terra dos calçados por 4 x 2.
O jogo não começou dos melhores para o Atlético, pois encarou um Nacional muito focado na partida e afim de dificultar para cima do Galo. O time atleticano ainda sentiu muito a falta de Pierre, volante de contensão que protegia a defesa do Atlético com muita qualidade e este estava suspenso.
O Nacional saiu na frente com um penalti cometido por Marcos Rocha, um penalti até infantil, na minha opinião, até porque o jogador Éder, não estava em direção ao gol. Alex Maranhão bateu e fez Nacional 1 x 0.
Do inferno ao ceu em um minuto, Marcos Rocha, que havia cometido penalti, chutando de fora da área empatou o jogo.
No decorrer do primeiro tempo, o Atlético buscava chegar ao gol, mas encontrava uma marcação forte do time do Nacional e um time visitante que explorava com qualidade os erros de marcação e técnicos do Galo.
A partir do segundo tempo, a história só começou a mudar depois que o Nacional fez 2 x 1, com Éder, novamente em erro de marcação do Atlético, aproveitando espaços cedidos pelo lateral Richarlyson e a cobertura mal feita pelo setor defensivo.
Três minutos mais tarde, em jogada de Guilherme, André, que vive uma fase excelente neste ano de 2012, reencontrando seu futebol de outros carnavais, fez o gol de empate atleticano. 2 x 2
A partir daí, Cuca colocou o Galo mais a frente, com Neto Berola caindo pelas pontas do campo e abrindo a defesa do Nacional.
A equipe do Nacional começou a sentir um problema crônico em seus jogadores. A falta de jogadores experientes para prender a bola com qualidade, além da parte física de jogadores muito novos, alguns deles, estreantes em um campeonato profissional.
O Atlético fez 3 x 2 com Guilherme, em uma jogada que começou com ele mesmo e fechou o marcador com André, artilheiro do Campeonato Mineiro com sete gols. Final, Atlético 4 x 2.
O ponto positivo do jogo foi a boa presença de Guilherme, provando que quer uma vaga no time e que tem futebol para isso. Ele que pouco jogou em 2011, está reencontrando seu bom futebol que o consagrou.
O ponto negativo foi a descoberta que o Atlético necessita de um volante de contensão para substituir Pierre. Leandro Donizete e Fillipe Souto são bons jogadores, mas não marcam tão bem quanto o camisa 5 titular. Este jogador fez falta e não tem outro no grupo atleticano.
Se a diretoria atleticana busca um camisa 10, que busque também um camisa 5, pois apenas com Pierre, o mesmo problema de 2011 vai permanecer!
O jogo não começou dos melhores para o Atlético, pois encarou um Nacional muito focado na partida e afim de dificultar para cima do Galo. O time atleticano ainda sentiu muito a falta de Pierre, volante de contensão que protegia a defesa do Atlético com muita qualidade e este estava suspenso.
O Nacional saiu na frente com um penalti cometido por Marcos Rocha, um penalti até infantil, na minha opinião, até porque o jogador Éder, não estava em direção ao gol. Alex Maranhão bateu e fez Nacional 1 x 0.
Do inferno ao ceu em um minuto, Marcos Rocha, que havia cometido penalti, chutando de fora da área empatou o jogo.
No decorrer do primeiro tempo, o Atlético buscava chegar ao gol, mas encontrava uma marcação forte do time do Nacional e um time visitante que explorava com qualidade os erros de marcação e técnicos do Galo.
A partir do segundo tempo, a história só começou a mudar depois que o Nacional fez 2 x 1, com Éder, novamente em erro de marcação do Atlético, aproveitando espaços cedidos pelo lateral Richarlyson e a cobertura mal feita pelo setor defensivo.
Três minutos mais tarde, em jogada de Guilherme, André, que vive uma fase excelente neste ano de 2012, reencontrando seu futebol de outros carnavais, fez o gol de empate atleticano. 2 x 2
A partir daí, Cuca colocou o Galo mais a frente, com Neto Berola caindo pelas pontas do campo e abrindo a defesa do Nacional.
A equipe do Nacional começou a sentir um problema crônico em seus jogadores. A falta de jogadores experientes para prender a bola com qualidade, além da parte física de jogadores muito novos, alguns deles, estreantes em um campeonato profissional.
O Atlético fez 3 x 2 com Guilherme, em uma jogada que começou com ele mesmo e fechou o marcador com André, artilheiro do Campeonato Mineiro com sete gols. Final, Atlético 4 x 2.
O ponto positivo do jogo foi a boa presença de Guilherme, provando que quer uma vaga no time e que tem futebol para isso. Ele que pouco jogou em 2011, está reencontrando seu bom futebol que o consagrou.
O ponto negativo foi a descoberta que o Atlético necessita de um volante de contensão para substituir Pierre. Leandro Donizete e Fillipe Souto são bons jogadores, mas não marcam tão bem quanto o camisa 5 titular. Este jogador fez falta e não tem outro no grupo atleticano.
Se a diretoria atleticana busca um camisa 10, que busque também um camisa 5, pois apenas com Pierre, o mesmo problema de 2011 vai permanecer!
quarta-feira, 7 de março de 2012
HOJE COMEÇA A COPA DO BRASIL PARA AMÉRICA E CRUZEIRO
Na minha opinião, o torneio mais competitivo do país por ser em caráter eliminatório do início até o fim, a Copa do Brasil que existe desde 1989 e se tornou o torneio mais democrático do país, embora times pequenos não tenham grande sorte frente aos grandes. Com exceções de Paulista e Santo André, desconhecidos até então, vieram para surpreender o país.
Em Minas, temos um único campeão. O Cruzeiro, com quatro títulos, 1993, 1996, 2000 e 2003, o que o se fez ter o mesmo apelido do Grêmio. Time copeiro.
Este ano, depois de quatro anos seguidos disputando a Libertadores, o Cruzeiro volta a disputar a Copa do Brasil, enfrenta Rio Branco, no Acre, hoje a noite.
É jogo para voltar para Belo Horizonte classificado. Embora o time comandado por Vágner Mancini não inspire a confiança necessária pelas oscilações durante o ano, a qualidade técnica celeste é muito superior ao Rio Branco.
Hoje, o Cruzeiro não tem Montillo, causado por dores no púbis. Por isso, o time fica mais solidário e menos dependente das jogadas do camisa 10 e ídolo celeste.
A equipe do Rio Branco ainda não jogou este ano. A primeira partida oficial será justamente contra o Cruzeiro. O Acre, assim como outros times dos norte do país, são esquecidos e praticamente tem um calendário a parte, diferente do que é obedecido pelos times do sudeste, sul e norte.
O time acreano, assim como outros em sua região, joga todo seu futebol para ter chance de jogar no segundo semestre o Campeonato Brasileiro. Se não acontecer o sucesso esperado, o clube fecha as portas até o ano que vem. Este é o democrático futebol brasileiro.
O América volta a Copa do Brasil depois de um bom tempo fora, encara o Boa Vista do Rio de Janeiro, as 16hs.
É o confronto bastante equilibrado, pois são dois times que realizam boas campanhas em seus respectivos campeonatos estadual, mineiro e carioca.
Mas, a confiança no futebol americano e do bom time que vem montando o tecnico Givanildo Oliveira, faça com que o América realize um grande jogo e volte do RJ com a classificação.
E o Boa Vista conta com jogadores conhecidos do futebol mineiro, casos de Luiz Alberto, zagueiro que teve duas passagens pelo Atlético e Somália, atacante criado nas bases americanas, despontou muito bem, mas não teve sua carreira decolada, passando a rodar por vários times do Brasil.
É um prato cheio para nosso futebol mineiro que carrega mais uma esperança de fazer bonito no Copa do Brasil.
Em Minas, temos um único campeão. O Cruzeiro, com quatro títulos, 1993, 1996, 2000 e 2003, o que o se fez ter o mesmo apelido do Grêmio. Time copeiro.
Este ano, depois de quatro anos seguidos disputando a Libertadores, o Cruzeiro volta a disputar a Copa do Brasil, enfrenta Rio Branco, no Acre, hoje a noite.
É jogo para voltar para Belo Horizonte classificado. Embora o time comandado por Vágner Mancini não inspire a confiança necessária pelas oscilações durante o ano, a qualidade técnica celeste é muito superior ao Rio Branco.
Hoje, o Cruzeiro não tem Montillo, causado por dores no púbis. Por isso, o time fica mais solidário e menos dependente das jogadas do camisa 10 e ídolo celeste.
A equipe do Rio Branco ainda não jogou este ano. A primeira partida oficial será justamente contra o Cruzeiro. O Acre, assim como outros times dos norte do país, são esquecidos e praticamente tem um calendário a parte, diferente do que é obedecido pelos times do sudeste, sul e norte.
O time acreano, assim como outros em sua região, joga todo seu futebol para ter chance de jogar no segundo semestre o Campeonato Brasileiro. Se não acontecer o sucesso esperado, o clube fecha as portas até o ano que vem. Este é o democrático futebol brasileiro.
O América volta a Copa do Brasil depois de um bom tempo fora, encara o Boa Vista do Rio de Janeiro, as 16hs.
É o confronto bastante equilibrado, pois são dois times que realizam boas campanhas em seus respectivos campeonatos estadual, mineiro e carioca.
Mas, a confiança no futebol americano e do bom time que vem montando o tecnico Givanildo Oliveira, faça com que o América realize um grande jogo e volte do RJ com a classificação.
E o Boa Vista conta com jogadores conhecidos do futebol mineiro, casos de Luiz Alberto, zagueiro que teve duas passagens pelo Atlético e Somália, atacante criado nas bases americanas, despontou muito bem, mas não teve sua carreira decolada, passando a rodar por vários times do Brasil.
É um prato cheio para nosso futebol mineiro que carrega mais uma esperança de fazer bonito no Copa do Brasil.
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domingo, 4 de março de 2012
GALO CANTOU ALTO E VIROU PARA CIMA DO AMÉRICA
O Atlético encarou o América pela quinta rodada do Campeonato Mineiro e permanece com 100% de aproveitamento no campeonato, com cinco vitórias em cinco jogos.
Infelizmente, para quem gosta de um bom clássico, as torcidas também fazem parte desta festa e os torcedores faltaram ao jogo. A vista do campo, os espaços vazíos eram maiores que os ocupados, causados pela distância BH-Sete Lagoas, a pouca atratividade deste estadual 2012 e, claro, como não poderia deixar de ser, o caro preço do ingresso, R$30,00.
Era o duelo de líderes, ja que ambos os times haviam vencido todas as partidas até o momento e dividiam a liderança do campeonato, com uma leve vantagem para o Atlético no saldo de gols.
No tira teima de hoje, o Atlético mostrou-se melhor postado em campo, principalmente, na primeira metade do primeiro tempo, exigindo muito do goleiro do América, Neneca e prendendo o time americano em sua defesa.
Na segunda metade do primeiro tempo, o América começou a atacar mais, passando a sair de sua defesa para pressionar o Atlético em sua defesa e finalizando mais ao gol, mesmo que estes não tenham sido de grande perigo ou exigindo do goleiro Renan Ribeiro.
Antes do fim do primeiro tempo, Leandro Ferreira chegou no corpo de Richarlyson impedindo o contra ataque o jogador atleticano e foi expulso. Como sempre, uma jogada dura e que vai dar o que falar nos programas esportivos e que ainda vai colocar a arbitragem mineira no maior descrédito que ja está.
Depois desta expulsão, Givanildo, que vem apostando forte na garotada revelada pelo América no ultimo ano, não fez diferente e colocou mais dois jovens, Kaio e China.
Veio o segundo tempo, as equipes mais ofensivas e o time premiado foi o América, que fez o primeiro gol com Fábio Jr. após sobra do goleiro Renan Ribeiro.
Disseram que ele saiu mal do gol. Se ele não saísse do gol, o gol seria certo. Ou seja, ele fez o gol, mas na dividida, sobrou para Fábio Junior.
Cuca colocou o Atlético ainda mais ofensivo, colocando Danilinho e Guilherme, deixando o time com quatro atacante em campo. Danilinho, Neto Berola, André e Guilherme e apostou no avanço dos laterais.
Atitude que deu certo, pois o Atlético pressionou o América e ficou todo tempo no campo de ataque até fazer o gol de empate com Guilherme, que vem mostrando que está em forma e demonstra potencial para buscar uma vaga de titular no time.
Na reta final do jogo, Marcos Rocha, lateral direito, recebeu cruzamento de Escudero, que vem sendo um verdadeiro garçon no Atlético, e fez o gol da vitória atleticana e da liderança isolada.
Vitória justa pela busca atleticana do triunfo atleticano e pelo contexto do jogo em que o Galo mostrou-se melhor.
Infelizmente, para quem gosta de um bom clássico, as torcidas também fazem parte desta festa e os torcedores faltaram ao jogo. A vista do campo, os espaços vazíos eram maiores que os ocupados, causados pela distância BH-Sete Lagoas, a pouca atratividade deste estadual 2012 e, claro, como não poderia deixar de ser, o caro preço do ingresso, R$30,00.
Era o duelo de líderes, ja que ambos os times haviam vencido todas as partidas até o momento e dividiam a liderança do campeonato, com uma leve vantagem para o Atlético no saldo de gols.
No tira teima de hoje, o Atlético mostrou-se melhor postado em campo, principalmente, na primeira metade do primeiro tempo, exigindo muito do goleiro do América, Neneca e prendendo o time americano em sua defesa.
Na segunda metade do primeiro tempo, o América começou a atacar mais, passando a sair de sua defesa para pressionar o Atlético em sua defesa e finalizando mais ao gol, mesmo que estes não tenham sido de grande perigo ou exigindo do goleiro Renan Ribeiro.
Antes do fim do primeiro tempo, Leandro Ferreira chegou no corpo de Richarlyson impedindo o contra ataque o jogador atleticano e foi expulso. Como sempre, uma jogada dura e que vai dar o que falar nos programas esportivos e que ainda vai colocar a arbitragem mineira no maior descrédito que ja está.
Depois desta expulsão, Givanildo, que vem apostando forte na garotada revelada pelo América no ultimo ano, não fez diferente e colocou mais dois jovens, Kaio e China.
Veio o segundo tempo, as equipes mais ofensivas e o time premiado foi o América, que fez o primeiro gol com Fábio Jr. após sobra do goleiro Renan Ribeiro.
Disseram que ele saiu mal do gol. Se ele não saísse do gol, o gol seria certo. Ou seja, ele fez o gol, mas na dividida, sobrou para Fábio Junior.
Cuca colocou o Atlético ainda mais ofensivo, colocando Danilinho e Guilherme, deixando o time com quatro atacante em campo. Danilinho, Neto Berola, André e Guilherme e apostou no avanço dos laterais.
Atitude que deu certo, pois o Atlético pressionou o América e ficou todo tempo no campo de ataque até fazer o gol de empate com Guilherme, que vem mostrando que está em forma e demonstra potencial para buscar uma vaga de titular no time.
Na reta final do jogo, Marcos Rocha, lateral direito, recebeu cruzamento de Escudero, que vem sendo um verdadeiro garçon no Atlético, e fez o gol da vitória atleticana e da liderança isolada.
Vitória justa pela busca atleticana do triunfo atleticano e pelo contexto do jogo em que o Galo mostrou-se melhor.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A COPA DO MUNDO DE 2014 NÃO FOI FEITA PARA OS BRASILEIROS
Que entendam logo aqueles que defendem a Copa do Mundo em 2014 no Brasil, que este mundial é um evento feito para inglês, europeus e quem mais vier para assistir, não foi feito para os brasileiros.
A começar pelo atraso nas obras dos estádios, alguns sequer chegarão a cumprir os prazos estipulados e deverão ficar verdadeiras carcaças de cimento, areia e tilojos erguidos com dinheiro público.
Além de outras obras que ficarão interminadas pelo atraso da liberação de dinheiro pelas instituições responsáveis e algumas melhorias básicas no quesito hotelaria, aeroportos e rodovias, para o bom recebimento dos turistas, brasileiros e estrangeiros nas cidades sede que ficarão só no papel.
Para completar meu raciocínio, a pá de cal na cara daqueles que não tem condições financeiras de torcerem pelo Brasil nos estádios.
Disseram que os preços dos ingressos seriam baixos. Logo depois, falaram os ingressos mais baratos teriam preços pequenos e, nesta semana, divulgaram o preço do bilhete mais barato.
O preço do ingresso será 25 dólares, hoje cotado a 43 reais. Quer dizer, o sujeito que for ao jogo verá a partida de uma posição vergonhosa, fora ter que passar por uma guerra nas filas para comprar este bendito bilhete que valerá ouro e terá que pagar pouco mais de 40 reais para entrar.
Detalhe: Com este salário mínimo que da vergonha de ser brasileiro, ter que pagar este valor desanima qualquer um de ver uma das partidas do mundial 2014.
Amigo leitor, não se engane achando que esta Copa do Mundo vai ser o evento do século para o Brasil, porque a tendência é ser evento para inglês ver.
RICARDO TEIXEIRA CONTINUA NA CBF
Para quem ainda tinha o sonho de ver Ricardo Teixeira e sua corja infiltrada fora da CBF, levou um balde d'água gelada na cabeça. Ricardo continua no comando da cadeira maior do futebol brasileiro.
Depois das denuncias contra Ricardo Teixeira e da viagem para Miami, nos EUA, um reunião com presidentes de federações dos estados brasileiros, hoje a tarde, no Rio de Janeiro, o presidente da CBF confirmou que não deverá se afastar do comando do futebol e nem da direção da organização da Copa de 2014.
Ricardo Teixeira está na presidência da Confederação Brasileira de Futebol desde 1989 e, desde então, acumulou diversos escândalos, que foram maquiados por vitórias da seleção brasileira em campo, como dois títulos mundiais em 1994 e 2002.
Também tem pontos positivos em seu curriculo como a reformulação do calendário do futebol brasileiro, além do Campeonato Brasileiro por pontos corridos desde 2003.
Este figurão da bola pelo mundo, que sente cheiro de dinheiro e sai correndo atrás, só sai do edifício da Rua da Alfândega morto ou quando estiver bem velho.
Agora, não sei o que é pior. Se ele continua, as podridões e os escândalos vão continuar como sempre. Mas, se ele sari, o substituto vem do futebol paulista. Poderia ser o vice José Maria Marín ou o ex-presidente do Corinthians, hoje gerente de seleções do Brasil, Andres Sanchez. Ou seja, uma paulistada que tem a mesma linha e o mesmo caráter de Ricardo Teixeira.
Convenhamos, durante muitos anos, o futebol brasileiro vai ficar nas mãos de figurões sem qualquer honestidade para trabalhar em prol do futebol nacional e sim, dos próprios bolsos.
A começar pelo atraso nas obras dos estádios, alguns sequer chegarão a cumprir os prazos estipulados e deverão ficar verdadeiras carcaças de cimento, areia e tilojos erguidos com dinheiro público.
Além de outras obras que ficarão interminadas pelo atraso da liberação de dinheiro pelas instituições responsáveis e algumas melhorias básicas no quesito hotelaria, aeroportos e rodovias, para o bom recebimento dos turistas, brasileiros e estrangeiros nas cidades sede que ficarão só no papel.
Para completar meu raciocínio, a pá de cal na cara daqueles que não tem condições financeiras de torcerem pelo Brasil nos estádios.
Disseram que os preços dos ingressos seriam baixos. Logo depois, falaram os ingressos mais baratos teriam preços pequenos e, nesta semana, divulgaram o preço do bilhete mais barato.
O preço do ingresso será 25 dólares, hoje cotado a 43 reais. Quer dizer, o sujeito que for ao jogo verá a partida de uma posição vergonhosa, fora ter que passar por uma guerra nas filas para comprar este bendito bilhete que valerá ouro e terá que pagar pouco mais de 40 reais para entrar.
Detalhe: Com este salário mínimo que da vergonha de ser brasileiro, ter que pagar este valor desanima qualquer um de ver uma das partidas do mundial 2014.
Amigo leitor, não se engane achando que esta Copa do Mundo vai ser o evento do século para o Brasil, porque a tendência é ser evento para inglês ver.
RICARDO TEIXEIRA CONTINUA NA CBF
Para quem ainda tinha o sonho de ver Ricardo Teixeira e sua corja infiltrada fora da CBF, levou um balde d'água gelada na cabeça. Ricardo continua no comando da cadeira maior do futebol brasileiro.
Depois das denuncias contra Ricardo Teixeira e da viagem para Miami, nos EUA, um reunião com presidentes de federações dos estados brasileiros, hoje a tarde, no Rio de Janeiro, o presidente da CBF confirmou que não deverá se afastar do comando do futebol e nem da direção da organização da Copa de 2014.
Ricardo Teixeira está na presidência da Confederação Brasileira de Futebol desde 1989 e, desde então, acumulou diversos escândalos, que foram maquiados por vitórias da seleção brasileira em campo, como dois títulos mundiais em 1994 e 2002.
Também tem pontos positivos em seu curriculo como a reformulação do calendário do futebol brasileiro, além do Campeonato Brasileiro por pontos corridos desde 2003.
Este figurão da bola pelo mundo, que sente cheiro de dinheiro e sai correndo atrás, só sai do edifício da Rua da Alfândega morto ou quando estiver bem velho.
Agora, não sei o que é pior. Se ele continua, as podridões e os escândalos vão continuar como sempre. Mas, se ele sari, o substituto vem do futebol paulista. Poderia ser o vice José Maria Marín ou o ex-presidente do Corinthians, hoje gerente de seleções do Brasil, Andres Sanchez. Ou seja, uma paulistada que tem a mesma linha e o mesmo caráter de Ricardo Teixeira.
Convenhamos, durante muitos anos, o futebol brasileiro vai ficar nas mãos de figurões sem qualquer honestidade para trabalhar em prol do futebol nacional e sim, dos próprios bolsos.
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